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Notícias

A acrilamida nos alimentos é uma preocupação de saúde pública!
A acrilamida nos alimentos é uma preocupação de saúde pública!
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A ACRILAMIDA NOS ALIMENTOS É UMA PREOCUPAÇÃO DE SAÚDE PÚBLICA!
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O que é a acrilamida?

A acrilamida é um composto químico que se forma nos produtos alimentares tipicamente ricos em amido (açúcares), durante o seu processamento a altas temperaturas, incluindo os processos de fritar, tostar, grelhar e assar. Este composto é formado a partir de açúcares (hidratos de carbono) e de um aminoácido (asparagina), presentes naturalmente no alimento. A acrilamida foi encontrada em produtos como batatas fritas, pão, biscoitos e café. Foi detetada pela primeira vez em alimentos em Abril de 2002, embora seja provável que sempre tenha estado presente nos alimentos.

O parecer científico da EFSA

No passado dia 01 de Julho, a EFSA emitiu um “draft” sobre o parecer científico que publicará até meados do próximo ano, relativamente à acrilamida.

A EFSA confirmou avaliações anteriores, com base em estudos laboratoriais com animais, que a presença de acrilamida nos alimentos aumenta potencialmente o risco de desenvolvimento de cancro, em consumidores de todos os grupos etários.

A acrilamida nos alimentos é produzida pela mesma reação química (reação de Maillard), que fornece à comida um aspeto mais crocante, tostadinho, apetitoso - tornando-a também mais saborosa – sempre que são atingidas altas temperatura, na preparação diária em casa, na restauração ou na indústria alimentar. Na preparação a temperaturas superiores a 120ºC, os hidratos de carbono contidos nos alimentos vão reagir com a asparagina e produzir a acrilamida.

Café, batatas fritas, biscoitos, bolachas, pão e certos alimentos para bebés são fontes importantes de acrilamida. Em relação à massa corporal, as crianças são as faixas etárias mais expostas. Autoridades europeias e nacionais já recomendam reduzir a acrilamida nos alimentos, tanto quanto possível, e prestar aconselhamento dietético e sobre a preparação de alimentos, quer para os consumidores, quer para produtores de alimentos.

Como reduzir a formação de acrilamida na preparação dos alimentos?

Evitar cozinhar em demasia os alimentos e seguir as instruções de confeção presentes nos rótulos dos produtos ajuda a atingir este objectivo.
Usar métodos de confeção e preparação de alimentos mais à base de cozidos com água ou a vapor.
Por norma, os alimentos com elevados níveis de acrilamida são também alimentos muito energéticos, pelo que deverão ser consumidos com moderação, como parte de uma dieta equilibrada e saudável.

Para mais informação sobre a acrilamida e outros contaminantes alimentares veja este vídeo.
PESCA SUSTENTÁVEL
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SOMOS INSEPARÁVEIS!
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Campanha da Comissão Europeia sobre Comer, Comprar e Vender Peixe Sustentável.

A União Europeia é pioneira a nível mundial na gestão das pescas e nas normas de aquicultura.

Nos últimos 10 anos, as políticas europeias tiveram um impacto positivo em locais como o nordeste do Atlântico, com desenvolvimento de processos de pesca sustentável, mas a Europa quer ir mais longe e conseguir estes resultados positivos em todas as suas zonas de captura e ser um exemplo para todos aqueles que pescam fora das suas águas territoriais.

Em 2013, a Comissão Europeia, em conjunto com os governos dos Estados-Membros e o Parlamento Europeu, aprovou a nova política comum das pescas, a fim de dinamizar os setores da pesca e da aquicultura e de os tornar mais sustentáveis do ponto de vista ambiental, económico e social.

Veja como pode ajudar a defender a sustentabilidade!
SEGURANÇA ALIMENTAR
SEGURANÇA ALIMENTAR
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SEGURANÇA ALIMENTAR: LEITE CRU vs. LEITE PROCESSADO
SEGURANÇA ALIMENTAR: LEITE CRU vs. LEITE PROCESSADO
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No passado mês de Outubro, foi publicado na revista científica Food Control, um estudo sobre os riscos e benefícios do consumo do leite de vaca cru ou processado.

Uma emergente tendência na Europa sobre os benefícios do consumo de alimentos na sua forma mais natural, incluindo o do leite cru, tem vindo a aumentar e a levantar questões acerca das perdas nutricionais que os processamentos térmicos provocam nos alimentos.

Este estudo vem dar resposta a esta e outras questões importantes, como a dos riscos de segurança alimentar e de saúde pública, associados ao consumo deste alimento cru.

Desde a adoção de processamentos térmicos como a pasteurização no séc. XX, que o número de surtos alimentares associados ao consumo de leite cru ou de alimentos produzidos com leite cru, diminuiu em cerca de 25%.

Hoje em dia, na Europa, existe uma legislação comum a todos os estados-membros, que define os critérios microbiológicos para o leite cru, os requisitos de saúde dos animais produtores de leite e as condições higio-sanitárias dos estabelecimentos de produção de leite.

Os riscos associados ao consumo de leite cru são principalmente de natureza microbiológica. Nos últimos 20 anos, os patogéneos mais comuns associados a surtos alimentares atribuídos a este alimento incluem Salmonella spp , Campylobacter spp , Escherichia coli O157:H7, Yersinia enterocolitica , Listeria monocytogenes e Staphylococcus aureus.

As crianças, os idosos, as mulheres grávidas e as pessoas imunodeprimidas correm maior risco de doenças transmitidas por alimentos, embora qualquer pessoa pode ser afetada.

Os sintomas mais comuns incluem diarreia, vómitos, náuseas, febre e cólicas abdominais, no entanto, os sintomas clínicos mais graves, podem incluir morte.

Este tipo de riscos pode ser eliminado através tratamentos térmicos ao leite cru, como a pasteurização (o leite é mantido a uma temperatura de 71-74°C/15-40 segundos) e a ultra-pasteurização ou ultra-tratamento térmico (UHT) (135-140°C/6-10 segundos ou 140-150°C/2-4 segundos, respetivamente, num processamento indireto ou direto).

O valor nutricional dos alimentos não está unicamente dependente do seu conteúdo de nutrientes, mas também da biodisponibilidade desses nutrientes.

Um dos principais argumentos dos defensores do leite cru é que o aquecimento reduz o valor nutricional do leite. Este estudo vem demonstrar que esse argumento não é verdadeiro.

Embora o tratamento térmico tenha uma influência direta sobre a modificação das propriedades funcionais das proteínas do leite, tem pouco efeito sobre a sua digestibilidade e propriedades nutricionais . O aminoácido essencial mais relevante no leite é lisina e apesar dos autores terem registado pequenas perdas após o aquecimento, as diferenças entre o leite cru e o leite tratado com calor para outros aminoácidos são desprezíveis.

Os tratamentos térmicos comerciais também têm pouco ou nenhum impacto sobre os lipídios (variações sazonais e de alimentação doa animais produtores têm um impacto maior no teor de lipídios), vitaminas, minerais e oligoelementos. O estudo ainda evidenciou que a alergia ao leite e intolerância à lactose são independentes do facto de leite ser tratado pelo calor ou não.

Os autores deste estudo aceitam que o aquecimento altera as propriedades organoléticas do leite cru, a nível sensorial, no entanto, eles apontam que as técnicas de processamento e materiais de embalagem têm vindo a ser desenvolvidos de modo a minimizar essas alterações.

Os autores concluem que as propriedades organoléticas do leite cru não compensam todos os possíveis riscos de segurança alimentar, ou seja, doenças transmitidas por este alimento.

De seguida apresenta-se um quadro com resumo geral sobre todos os riscos/benefícios:

  Raw Milk    Heating   
Pathogens  (Purported) risks
Elevated risk, especially for Campylobacter jejuni, E. coli, Salmonella, human pathogenic verocytotoxigenic E. coli 
--  Pasteurization: Inactivation of vegetative pathogens, survival of bacterial spores, no reduce activity of bacterial toxins UHT: commercially sterile product, destruction of relevant bacterial toxin activity  ++ 
Nutritive value  (Purported) benefits (or detrimental effects caused by heating)
Important source of calcium, phosphor, essential amino acids (especially lysine), and vitamins B2 and B12 
Effect on the deliverance of these nutrients is negligible 
Antimicrobial systems  Limited activity of most antimicrobial enzymes at the refrigeration temperature used to store raw milk  Pasteurization: many (except enzymatic) antimicrobial systems retain almost all their antimicrobial activity UHT: most endogenous antimicrobial activities are obliterated, but their activity is no longer needed since the milk is commercially sterile  
Lactic acid bacteria  Limited growth at refrigeration temperature used to store milk  Inactivation by pasteurization and other treatments; Pasteurization may lead to bacterial spore germination: outgrowth spores and post-contaminating bacteria possible  -/+ 
Probiotic bacteria  Growth is too limited to have beneficial effects  n/a  Destruction by heat has no net health effect  n/a 
“Benificial” milk enzymes  “Beneficial” effect has not been found in literature  n/a  Enzyme inactivation by heat seems to have no nutritional nor health effects (moreover, most enzymes are inactivated in the gastro-intestinal tract)  n/a 
Lactose destruction  Lactose content of raw and pasteurized milk are similar  Lactose decrease at higher (UHT) temperatures with formation of lactulose, which also has a nutritional value 
Milk allergy & lactose intolerance  Presence of allergenic components as well as of lactose (amount of lactic acid bacteria and their lactase production is very limited at storage temperature)  n/a  Presence of allergenic components as well as of lactose  n/a 
Increased immunity  Scientific evidence to support this claim is arguable (on the contrary, raw milk-borne diseases have been reported)  n/a  No relevance  n/a 
Diabetes, osteoporosis, arthritis  Data in support are very limited to inexistent and controversial  n/a  No relevance  n/a 
Organoleptic profile  Perception factor: marketed whole milk is standardized and has generally a lower fat content than farm milk  Flavor changes due to heat are possible (although small in case of UHT or ISI) 

Fonte: “Raw or heated cow milk consumption: Review of risks and benefits”, publicado na revista Food Control 31

Para informação mais completa sobre estudo, por favor consulte: Raw or heated cow milk consumption: Review of risks and benefits
Dia Mundial da Alimentação 2013:
Dia Mundial da Alimentação 2013:
Dia Mundial da Alimentação 2013:
DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO 2013: "SISTEMAS ALIMENTARES SAUDÁVEIS"
DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO 2013: "SISTEMAS ALIMENTARES SAUDÁVEIS"
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Hoje, 16 de Outubro, é celebrado o Dia Mundial da Alimentação e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) definiu como tema para este ano o assunto “Sistemas Alimentares Saudáveis”.

O tema deste ano propõe uma análise aos impactos dos sistemas alimentares no meio ambiente. Da plantação à colheita, do processamento às embalagens, do transporte até as prateleiras de comercialização, a comida que chega às nossas mesas passa por diversas fases e, para isso, utiliza muita água, cria gases de efeito estufa e termina afetando cada planta e animal do planeta.

Para mais informação visite o site da FAO
O poder benéfico das bagas
O poder benéfico das bagas
O poder benéfico das bagas
O PODER BENÉFICO DAS BAGAS
O PODER BENÉFICO DAS BAGAS
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Amoras, framboesas, mirtilos e groselhas, são algumas das bagas mais conhecidas dos portugueses e que já fazem parte da sua alimentação há muitos anos. Embora os morangos não partilhem da mesma forma, são normalmente incluídos nesta classe de frutos. Com a globalização foram introduzidas novas bagas na nossa alimentação como as bagas de açaí e as bagas de goji.

Todas estas bagas têm em comum as suas cores fortes, os seus poderes antioxidantes e as suas atividades anti-inflamatórias. As cores fortes e os seus poderes antioxidantes derivam da presença, nestes frutos, de substâncias como as antocianinas e os carotenóides, pigmentos hidrossolúveis, responsáveis pela variedade de cores como o vermelho-alaranjado, vermelho vivo, roxo e azul.

As antocianinas pertencem a um subgrupo de fitoquímicos designados por flavonóides, do qual também fazem parte outras substâncias presentes nas bagas como o kaempferol, resveratrol, quercetina, naringenina, fisetina, entre outros.

As lignanas são fitoesteróis (fitoestrogénos) bastante presentes em todas as bagas e em conjunto com os flavonóides e com os ácidos fenólicos (ácidos: elágico, cafeico, ferúlico, gálico, etc) compõem a grande classe de fitoquímicos presentes nas bagas, os polifenóis.

Estes compostos têm uma função importante na proteção das plantas e frutos contra a luz ultravioleta (UV) e evitam a formação de radicais livres (1).

Funcionando assim também nos nossos organismos, inibindo proteínas inflamatórias (citoquinas) que ocorrem quando o sistema imunológico é ativado – ação anti-inflamatória; evitam a formação de radicais livres oxidantes – ação antioxidante – durante a produção de energia celular.

As amoras contêm valores relativamente altos de fitoesteróis, em comparação com as outras bagas.
Os mirtilos encontram-se na linha da frente dos frutos e vegetais na sua capacidade de destruição de radicais livres, graças à sua rica e variada composição em polifenóis.

As propriedades antioxidantes destes frutos diminuem quando os mesmos são ingeridos em conjunto com leite. Para usufruir dos seus benefícios ao máximo, devemos ingeri-los uma hora antes ou duas horas após a ingestão de proteína. As bagas de goji são extremamente ricas em carotenóides.

As bagas são ainda boas fontes de outros nutrientes essenciais:

Bagas de Açaí – boa fonte de vitamina A, fibras, cálcio e ferro. Contêm níveis elevados, comparadas com as outras bagas de ácidos: oleico, linoleico e palmítico (fontes de ómega 6 e ómega 9)

Morangos – boa fonte de vitamina C e ácido fólico. Contêm também potássio, magnésio, cálcio e fósforo.

Bagas de goji – são ricas em aminoácidos (contêm 19). Boa fonte de minerais (contêm 21).


(1) – Radicais livres – são compostos que apresentam eletrões desemparelhados, são produzidos pelas células dos nossos organismos durante o processo de conversão dos nutrientes em energia e podem danificar as nossas células.
Workshop de Segurança Alimentar para futuras Mamãs
Workshop de Segurança Alimentar para futuras Mamãs
Workshop de Segurança Alimentar para futuras Mamãs
WORKSHOP DE SEGURANÇA ALIMENTAR PARA FUTURAS MAMÃS
WORKSHOP DE SEGURANÇA ALIMENTAR PARA FUTURAS MAMÃS
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A WorkFlowQuality em parceria com o centro de preparação para o parto In Utero, irá realizar um workshop sobre Segurança Alimentar para Futuras Mamãs, no próximo dia 28 de Setembro pelas 15H00.

Para mais informações ver Workshop de Segurança Alimentar para Futuras Mamãs.

Relatório Anual da RASFF 2012
Relatório Anual da RASFF 2012
Relatório Anual da RASFF 2012
RELATÓRIO ANUAL DA RASFF 2012
RELATÓRIO ANUAL DA RASFF 2012
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RASFF (Rapid Alert System for Food and Feed) Sistema de Alerta Rápido para os Géneros Alimentícios e Alimentos para Animais, é um sistema de alerta através de notificações criado em 1988 pela Comissão Europeia e uma ferramenta muito importante para garantir a segurança dos alimentos na Europa.
O RASFF permite um intercâmbio rápido e eficaz de informações entre os Estados-Membros e a Comissão Europeia. Sempre que é detetado um risco para a saúde humana relacionado com a cadeia alimentar humana ou com a alimentação animal, são desencadeadas notificações que podem ser de 3 tipos:

- notificações de alerta – sempre que o género alimentício ou o alimento para animais que apresenta um risco grave já se encontra no mercado e é necessário adotar medidas urgentes;

- notificações de informação – são enviadas quando se identifica um risco, mas não é necessário uma ação imediata por parte de outros Estados-Membros;

- notificações de rejeição nos postos fronteiriços – são notificações sobre produtos cuja entrada na Comunidade Europeia foi rejeitada, sendo-lhes dado outro destino ou sendo destruídos.


A figura seguinte evidencia o fluxo da informação do RASFF:

Fluxo de informação RASFF
Fonte: The Rapid Alert System for Food and Feed (RASFF) Annual Report 2012


O Relatório Anual de 2012 foi publicado no passado mês de Junho. Os principais destaques foram:

- Em 2012 foram desencadeadas um total de 3516 notificações originais transmitidas através do sistema RASFF, das quais 547 foram de alerta, 521 de informação para seguimento, 705 de informação para atenção e 1743 como rejeições nos postos fronteiriços. As 3516 notificações originais desencadearam 5281 seguimentos.



Notificações por classificação RASFF 2012
Fonte: The Rapid Alert System for Food and Feed (RASFF) Annual Report 2012

- Dos 41 casos de doenças alimentares reportados em 2012, dois deram origem a grandes surtos de doenças alimentares (um em Julho, em França, envenenamento por histamina detetada em atum refrigerado com origem em Espanha; outro em Setembro, em vários países, contaminação por Salmonella dublin em queijo de leite não pasteurizado com origem em França);

- Os restantes 39 afetaram cerca de 11630 pessoas, levando à morte de 37 pessoas;

- O caso mais alarmante, que originou a morte de 36 pessoas, ocorreu na República Checa, em Setembro, e esteve relacionado com a presença elevada de metanol num licor de origem desconhecida (methanol in “on tap” liquor from unknown origin); os números não foram mais penosos graças ao sistema RASFF e a uma eficaz informação prestada pelos media e pelas autoridades municipais.

- A evolução das notificações originais ao longo dos últimos 5 anos foi a seguinte:



Evolução de notificações RASFF 2012
Fonte: The Rapid Alert System for Food and Feed (RASFF) Annual Report 2012


Para informação mais completa por favor consulte o Relatório Anual da RASFF 2012.
Segurança Alimentar para futuras Mamãs
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SEGURANÇA ALIMENTAR PARA FUTURAS MAMÃS
SEGURANÇA ALIMENTAR PARA FUTURAS MAMÃS
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A WorkFlowQuality em parceria com o centro de preparação para o parto In Utero, irá realizar um workshop sobre Segurança Alimentar para Futuras Mamãs, no próximo dia 20 de Julho pelas 15H00.

Para mais informações ver Segurança Alimentar para Futuras Mamãs.

Alimentos e churrascos
Alimentos e churrascos
Alimentos e churrascos
FESTAS POPULARES E OS ALIMENTOS NAS BRASAS
FESTAS POPULARES E OS ALIMENTOS NAS BRASAS
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Com o mês de Junho chegam as tão aguardadas festas dos santos populares.
Um pouco por todo o país, do litoral ao interior festejam-se os santos de cada região, dando assim início às romarias que só terminarão lá para o fim de Setembro, com o final do verão. As atividades ao ar livre multiplicam-se, bem como as refeições e suas preparações.
O verão é a altura dos churrascos por excelência! A bela sardinha assada, fêveras, costelinhas, frango, hambúrgueres e salsichas, são alguns do alimentos que passam pelas brasas nesta altura do ano! A sua correta preparação permite eliminar as bactérias, tornando-os mais seguros, mas também ajuda a potenciar o seu sabor.

Cozinhar corretamente significa atingir o equilíbrio entre cozinhar pouco e cozinhar em demasia.

Para assegurar que as carnes do seu churrasco, sejam elas de bovino, suíno, aves ou peixe, são cozinhadas de um modo equilibrado, deve ter presente algumas questões importantes:

- o seu churrasco deve estar à temperatura adequada, não demasiadamente forte, a fim de evitar que as carnes fiquem queimadas no exterior e cruas no interior;

- a carne deve ser devidamente descongelada antes de ser cozinhada. Existem estudos que estabelecem uma relação positiva entre as marinadas em vinho ou cerveja e a diminuição da probabilidade de formação de compostos prejudiciais. Evite usar o molho feito do suco da carne;

- a carne deve ser virada frequentemente para que cozinhe uniformemente;

- a carne estará pronta, se ao cortá-la na parte mais grossa esta não se apresentar crua ou com uma coloração rosa (indícios de estar mal passada). Existem algumas sugestões de tempos e temperaturas para cozinhar carnes na grelha. (ex. para cozinhar aves, peixe, hambúrgueres ou salsichas, a carne deve atingir 70ºC, no seu centro e cozinhar por mais 2 minutos antes de ser removida da grelha, segundo a Food Standards Agency do Reino Unido);

- se existirem zonas da carne queimadas ou carbonizadas, devem ser eliminadas antes de comer. A probabilidade de desenvolvimento, nestas zonas, de substâncias potencialmente prejudiciais, como os compostos nitrosos e aminas heterocíclicas, é elevada e o seu efeito adverso na saúde é praticamente garantido, pelo que queremos evitar a ingestão destes compostos;

Bom apetite!!

1º Aniversário WFQ
1º Aniversário WFQ
1º Aniversário WFQ
1º ANIVERSÁRIO WFQ
1º ANIVERSÁRIO WFQ
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No passado mês de Abril a WorkFlowQuality fez um ano de vida.
Ao longo deste primeiro ano a empresa desenvolveu um trabalho de conquista de clientes e de sensibilização do meio empresarial português para questões importantes como a qualidade, segurança alimentar e HACCP, que não devem ser esquecidas, mesmo em momentos menos positivos, como aquele em que o país se encontra. Na esperança de crescer, em conjunto com os seus clientes, num futuro de melhoria contínua e cada vez maior aposta na qualidade, a empresa pretende alargar, brevemente, a sua oferta de serviços.
A Gerência quer agradecer aos clientes pela sua aposta na WFQ, bem como aos amigos pelo apoio dado ao longo deste ano.

A todos um Muito Obrigada!

FAÇA BEM AO AMBIENTE E À SUA CARTEIRA
FAÇA BEM AO AMBIENTE E À SUA CARTEIRA
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Cada português produz em média entre 500 e 550kg de lixo por ano e mais de metade vai parar aos aterros.
Em 2010, 85% do global produzido no nosso país correspondia a uma recolha indiferenciada e 15% a uma recolha seletiva. Apesar deste último valor ter aumentado relativamente ao ano 2009 (13%), ainda há muito a fazer, pois mais de metade do lixo que produzimos todos os dias pode ser reciclado.

As vantagens da Reciclagem

- Reciclar materiais permite reutilizá-los como matéria-prima no fabrico de novos produtos, diminuindo o uso de recursos naturais (muitos dos quais não renováveis);

- O consumo de energia no fabrico de novos produtos a partir de materiais usados também é significativamente menor do que o mesmo a partir de matérias virgens;

- A reciclagem é o processo de tratamento de resíduos com maior potencial de redução indirecta de emissões de CO2 (gás potenciador do efeito de estufa);

- A reciclagem permite diminuir a quantidade de resíduos que tem como destino final os aterros sanitários, prolongando a vida útil destes últimos e evitando a construção de novos.

Por todos estes motivos devemos participar ativamente na correta separação dos resíduos, não só das embalagens, mas de todos os resíduos passíveis de ser reciclados, como os óleos usados, eletrodomésticos velhos, madeira, pilhas, baterias de automóveis, etc, que podem ser entregues nos ecocentros.
Veja junto da sua autarquia onde se situam os ecocentros da sua área de residência e que materiais recebem.

Separar para Reciclar

Separar em casa as embalagens usadas (metal, plástico, papel, cartão e vidro) é o primeiro passo para a sua reciclagem. Deve ter em conta algumas regras básicas:

• retire tampas e rolhas, pois, na maioria dos casos, são feitas de materiais diferentes da embalagem que vedam;

• escorra o conteúdo das embalagens e passe por água (para evitar maus cheiros);

• espalme as embalagens sempre que possível, para poupar espaço;

• pode fazer a separação em sacos de plástico usados, não esquecendo que depois de os utilizar, deve depositá-los no contentor amarelo do ecoponto;

• para colocar os resíduos no ecoponto, siga as indicações dadas no mesmo.

Associado ao conjunto dos 3 contentores (amarelo, azul e verde) pode estar ainda um pequeno contentor vermelho para as pilhas.

Os ecopontos
Os ecopontos
Os ecopontos
Resíduos Orgânicos

Em algumas autarquias existem programas de separação de resíduos orgânicos para reaproveitamento dos mesmos em produção de compostos agrícolas. A qualidade do composto depende, em larga medida, da correta separação dos resíduos orgânicos depositados pelos produtores. Assim, é fundamental respeitar as regras da separação, depositando os resíduos orgânicos nos contentores próprios e nunca misturando outros tipos de resíduos que os possam contaminar.
Se a sua autarquia tem este programa, pode separar os resíduos orgânicos seguindo as regras.
No contentor castanho ou verde de tampa castanha, siga as seguintes instruções relativamente aos resíduos aceites:


Resíduos alimentares sólidos  × Resíduos líquidos 
Restos de legumes × Embalagens e recipientes 
Fruta  × Copos, talheres, pratos, chávenas 
Carne  × Papéis impressos, vegetais ou de alumínio 
Peixe  × Sacos de plástico 
Ovos sem casca  × Caricas e rolhas 
Pão e bolos  × Beatas 
Borras de café  × Têxteis 
Saquetas de chá  × Lâmpadas 
Toalhas, toalhetes e guardanapos de papel  × Cascas de ovos 


Reduzir e Reutilizar

É importante relembrar que, para além de contibuirmos para a reciclagem, também devemos estar sensíveis a REDUZIR, isto é, diminuir a quantidade de lixo que produzimos.
Deixamos aqui algumas dicas para REDUZIR os seus resíduos:

- Reduza o consumo comprando apenas os produtos necessários (ex: faça uma lista e vá às compras depois das refeições. Controle o seu orçamento!)

- Opte por produtos sem embalagem desnecessária (ex: compre produtos ao quilo, compare os pesos líquidos dos produtos e prefira embalagens familiares)

- Faça compostagem caseira com os restos da cozinha e do jardim (ex: use o composto para cultivar plantas aromáticas ou uma horta)

- Use o autocolante da publicidade não endereçada (ex: peça ao Instituto do Consumidor ou imprima na internet)

- Prefira bebidas engarrafadas em embalagens de tara retornável. Se a água da zona em que reside é de boa qualidade, beba água da torneira

- Opte por produtos não perigosos (ex: pilhas recarregáveis, termómetros digitais, detergentes ecológicos)

- Na escolha de bens, tenha em conta a sua durabilidade e potencial de reutilização (ex: electrodomésticos, brinquedos)

O terceiro “R” dos 3 é REUTILIZAR, utilizar várias vezes o mesmo material/produto.
Cada vez mais, um pouco associado aos dias difíceis que se vivem, existem ideias de reutilização e reciclagem de materiais e produtos.

Um dos espaços onde pode encontrar mais detalhes sobre boas ideias para por em prática a reciclagem e a reutilização é a Oficina dos Sentidos.

NOVAS REGRAS NOS REFEITÓRIOS ESCOLARES
NOVAS REGRAS NOS REFEITÓRIOS ESCOLARES
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Tendo como objetivo principal a garantia do fornecimento de uma alimentação equilibrada e promotora de saúde em locais que fornecem refeições intercalares aos alunos, como é o caso dos bufetes escolares, a Direcção-Geral da Educação (DGE) publicou, em colaboração com a Direcção-Geral da Saúde (DGS), as novas orientações a serem seguidas por aqueles.
Estas orientações visam apoiar as Direções das Escolas e os técnicos dos SASE na melhoria da qualidade da oferta alimentar e sensibilizar os professores, assistentes operacionais e pais para a importância dos seus contributos na promoção da saúde e de estilos de vida saudáveis. Assim, a oferta alimentar em meio escolar deve reger-se pela seguinte classificação:

- géneros alimentícios a promover

- géneros alimentícios a limitar

- géneros alimentícios a não disponibilizar

Os primeiros apresentam caraterísticas como baixo teor de açúcares (sobretudo adicionados e de absorção rápida), teor reduzido de gorduras (sobretudo saturadas), teor reduzido de sódio (sal) e elevado teor de fibras a antioxidantes. Estas carateríscticas encontram-se em alimentos como:

- laticínios – leite meio-gordo e iogurtes líquidos ou sólidos;

- fruta - da época e produção local, não porcessada e/ou transformada;

- pão (de mistura ou de farinhas integrais) - sandes enriquecidas com hortículas (tomate, alface, rúcula, milho, cenoura...) e que podem ainda conter queijo, fiambre, atum, etc;

- sumos ou bebidas de fruta – com pelo menos 50% de fruta, sem adição de edulcorantes, corantes, conservantes ou outros aditivos artificiais e açúcares;

Nos géneros alimentícios a limitar encontram-se aqueles cuja composição obedece aos seguintes parâmetros: máximo de 35% do peso é proveniente de açúcares, máximo de 30-35% do valor energético é proveniente de lípidos, máximo de 10% do valor energético é proveniente de ácidos gordos saturados, máximo de 360mg de sódio (0,9g de sal). Encontramos estas caraterísticas em alimentos como:

- bolachas e biscoitos, barras de cereais, nectáres de fruta, pastelaria, bolos à fatia, gelados de leite e/ou fruta e sorvetes.

Os géneros alimentícios que devem ser banidos são os que se caraterizam por elevado teor de açúcares (sobretudo adicionados e de absorção rápida), elevado teor de gorduras (sobretudo saturadas e/ou de adição), reduzido ou mesmo nulo teor de fibras, excessivo teor de sódio e a presença de edulcorantes e/ou corantes e conservantes em doses significativas. Neste cenário temos alimentos como:

- refrigerantes, snacks (batatas fritas, tiras de milho e outros aperitivos), refeições rápidas (hambúrgueres, cachorros quentes, pizas), chocolates (em embalagens superiores a 50g), salgados (rissóis, bolos de bacalhau, chamuças, croquetes e outros), pastelaria (palmieres, jesuítas, donuts, bolas de berlim e outros), charcutaria, molhos, guloseimas, bolachas/biscoitos com coberturas e/ou recheados, gelados de água e doces (marmelada e compotas com teores de acúcares >50%).

No que respeita à apresentação dos alimentos, na primeira linha das montras frigoríficas ou expositores, promovendo a fácil visualização, devem encontrar-se os géneros alimentícios a promover. No global da disponibilização espacial deve ser respeitada a proporcionalidade de 3:1 entre os géneros alimentícios a promover e os géneros alimentícios a limitar.
As máquinas de venda automática devem ter em conta as mesmas regras.
No espaço bufete não poderá haver publicidade implícita ou explícita, de qualquer tipo, incluindo em equipamentos, a marcas ou produtos de géneros alimentícios a não disponibilizar.
Aproveite para ficar informado sobre outro tema também publicado pela DGE: alergias alimentares, que se encontra na outra notícia publicada no nosso site.

Para mais informação ver: Bufetes Escolares – Orientações - DGE.

ALERGIA ALIMENTAR
ALERGIA ALIMENTAR
ALERGIA ALIMENTAR
ALERGIAS ALIMENTARES
ALERGIAS ALIMENTARES
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Na mesma data de publicação das orientações para os bufetes escolares foi também publicado um referencial sobre alergias alimentares, igualmente elaborado pela Direção-Geral da Educação (DGE) em parceria com a Direção-Geral da Saúde (DGS) e colaboração de Faculdades, Instituições e Sociedades Científicas na área da saúde, da nutrição e da alergologia, como resposta ao aumento do número de crianças e jovens com alergias e intolerâncias alimentares.

Este referencial pretende apoiar as escolas na resposta às necessidades específicas de alguns alunos, minimizando os riscos de reação alérgica.

Neste documento podemos encontrar informações sobre a definição de alergia alimentar, os principais sintomas associados a este quadro clínico, como proceder no caso de aparecimento desses sintomas, os principais alimentos na origem de alergias alimentares (leite, ovos, trigo, amendoins e frutos de casca rija, soja, peixe, marisco – crustáceos – e moluscos) e outras informações sobre reação anafilática, intolerância alimentar, evicção alimentar e doença celíaca.

É essencial conhecer os ingredientes que compõem uma receita ou preparação culinária, mesmo quando a presença do alimento alergénico em questão não é evidente, de forma a prevenir o consumo desse alimento alergénico, evitando, assim, a ocorrência de uma reação alérgica.

Para tal, é fundamental sensibilizar para a leitura e interpretação de rótulos alimentares, no sentido de identificar alergénios potencialmente escondidos.

Alimentos processados incluem muitas vezes alergénios escondidos, que podem não ser evidentes pela sua designação na rotulagem.

Às escolas e seus responsáveis, bem como às empresas que fornecem refeições, cabe a tarefa de adotar os preceitos definidos neste documento, dando especial atenção à listagem de alimentos a excluir e os cuidados a ter para evitar a contaminação cruzada.

A par destas iniciativas (esta e a das orientações para os bufetes escolares, que poderá ler na outra notícia publicada no site), foi recentemente criado o Programa Nacional de Promoção da Alimentação Saudável no seio da DGS com o objetivo de contribuir para uma melhoria da oferta alimentar e da escolha acertada de alimentos por parte dos cidadãos.

Para mais informação ver: Alergia Alimentar – DGE e também Programa Nacional de Promoção da Alimentação Saudável - DGS.

COMBATER O SEDENTARISMO
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COMBATER O SEDENTARISMO
COMBATA O SEDENTARISMO
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A importância de uma atividade física regular é, hoje em dia, do conhecimento de todos, bem como os benefícios da mesma na redução dos risco de aparecimento de doenças não transmissíveis, como o cancro da mama e do cólon, diabetes e doença cardiovascular (DCV).

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) a inatividade física é responsável por 3,2 milhões de mortes, por ano, em todo o mundo.Este organismo recomenda a todos os adultos 150 minutos semanais de actividade física aeróbica moderada e 60 minutos de actividade física diária para as crianças.

Diferentes atividades proporcionam diferentes gastos energéticos por parte do nosso organismo.
O gasto energético de uma atividade pode expressar-se como múltiplos da taxa metabólica (para ter em conta as diferenças de tamanho corporal) na forma de equivalentes metabólicos (MET). Um MET é equivalente ao gasto de aproximadamente 1 kilocaloria, por kg de peso corporal, por hora. Assim, atividades como dormir (0,9 MET) e estar sentado, ver televisão, ler, escrever, trabalho de secretária, estar ao computador, estar ao telefone (1,3 MET), atividades preponderantes no dia a dia da maioria das pessoas, são consideradas atividades sedentárias (≤ 1,5 METs) pois não elevam o gasto energético muito além da taxa metabólica de repouso (cerca 1 MET).

O cálculo de energia gasta em kcal (kilocalorias), por hora, pode ser obtido multiplicando o seu peso corporal pelo MET da atividade. Por exemplo, uma pessoa com um peso corporal de 60kg a andar de bicicleta (a 15km/h), durante uma hora, gasta 348 kcal (60 kg x 5,8 MET), a mesma pessoa a correr (a 9,7km/h), durante o mesmo período de tempo, gasta 600 kcal (60kg x 10 MET).

Independentemente de se desenvolver uma atividade física regular, é nos períodos de sedentarismo que reside a questão. Pensa-se que o facto de permanecer longos e contínuos períodos de tempo sentado, interrompe importantes processos no organismo, como por exemplo, aqueles envolvidos na utilização da gordura e dos hidratos de carbono, muito possivelmente pela ausência de contração muscular. Estes efeitos adversos podem ser responsáveis pelo sedentarismo estar associado ao aumento do risco de síndrome metabólico, DCV, diabetes tipo 2, determinados tipos de cancro e mortalidade geral nos adultos e marcadores de DCV nos adolescentes. Sabe-se ainda que a inatividade física está igualmente associada à redução da densidade mineral óssea (que aumenta o risco de osteoporose) e pode, muito possivelmente, causar trombose venosa profunda e desconforto muscular, nomeadamente, dor de costas. O facto de uma pessoa se levantar e caminhar a passo regular por 2-5 minutos a cada hora, durante um dia de trabalho de secretária de 8 horas, permite gastar aproximadamente 60-130 kilocalorias.

Um estudo Australiano demonstrou que os adultos que quebram, com frequência, os períodos sedentários tendem a apresentar perfis metabólicos mais saudáveis (peso corporal, níveis plasmáticos de colesterol e glicemia) comparativamente a adultos que não fazem estas pausas, independentemente de uma prática de actividade física moderada a vigorosa.

Portanto, afaste as crianças da televisão e do cumputador para atividades mais energéticas, faça exercício físico regularmente, levante-se e mexa-se ao longo dia e não se esqueça de complementar com uma alimentação variada!!

Para mais informação ver EUFIC – Food Today July 2012.

COOPERATIVAS AGRÍCOLAS
COOPERATIVAS AGRÍCOLAS
COOPERATIVAS AGRÍCOLAS
“COOPERATIVAS AGRÍCOLAS – ESSENCIAIS PARA ALIMENTAR O MUNDO” FOI O TEMA ESCOLHIDO PELA FAO PARA O DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO 2012
“COOPERATIVAS AGRÍCOLAS – ESSENCIAIS PARA ALIMENTAR O MUNDO” FOI O TEMA ESCOLHIDO PELA FAO PARA O DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO 2012
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Hoje, dia 16 de Outubro, comemora-se o Dia Mundial da Alimentação.
Todos os anos, nesta data, celebra-se a fundação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), em 1945, e da adoção de políticas, programas e ações orientadas para a eliminação da fome mundial e a promoção da segurança alimentar dos povos.

A FAO considera que uma das medidas necessárias para obter a segurança alimentar, combater a fome e a pobreza extrema é apoiar as cooperativas, organizações de produtores e outras instituições rurais, investindo nelas. Praticamente uma em cada sete pessoas sofre de subnutrição, mas o mundo tem os meios para eliminar a fome e promover o desenvolvimento sustentável. Há um acordo generalizado acerca da capacidade dos pequenos produtores para fornecerem grande parte dos géneros necessários para alimentar mais de nove mil milhões de habitantes em 2050.
2012 já havia sido escolhido como o Ano International das Cooperativas, pela FAO.

Para mais informação consulte este documento da FAO.

OLIMPÍADAS
OLIMPÍADAS
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AS OLIMPÍADAS E A SUSTENTABILIDADE
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Que há poucas semanas decorreu o maior evento desportivo mundial em Londres – Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2012 - toda a gente sabe.

O que a maioria das pessoas não sabe foi que o Comité Organizativo do Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Londres 2012 criou, em 2009, o programa alimentar “London 2012 Food Vision”, a implementar no decorrer do evento e a manter no futuro. Este programa inclui um compromisso sobre pesca sustentável, isto é, todos os peixes e marisco fornecidos no decorrer dos Jogos tiveram origem em capturas que respeitam o meio ambiente, seguindo as indicações do Código de Conduta para Pesca Responsável desenvolvido pela FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations). Durante 27 dias foram servidas 14 milhões de refeições, onde se incluíram 100 toneladas de peixe e marisco provenientes de pesca sustentável.

Foi a primeira vez que um objectivo deste género foi desenvolvido num dos maiores eventos internacionais, e com sucesso. A esperança em manter esta política de sutentabilidade recai agora no mercado interno, principalmente nos agentes económicos ligados à indústria das pescas, às empresas de catering, restaurantes e às cadeias de distribuição.

Para mais informação ver: Olympic springboard to a sustainable legacy e CCRF – FAO.

SOBRE NUTRIÇÃO
SOBRE NUTRIÇÃO
SOBRE NUTRIÇÃO
ROTULAGEM NUTRICIONAL OBRIGATÓRIA NA UE
ROTULAGEM NUTRICIONAL OBRIGATÓRIA NA UE
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Após 8 anos de negociação, a Comissão Europeia publicou um novo regulamento de rotulagem de alimentos que torna a rotulagem nutricional obrigatória, e instrui os fabricantes de alimentos sobre o fornecimento deste tipo de informações em géneros alimentícios pré-embalados.

Um dos objectivos do presente regulamento consiste em fornecer ao consumidor final uma base para poder fazer escolhas informadas. As informações obrigatórias, a serem apresentadas numa tabela nutricional, todas no mesmo campo de visão, são: valor energético (expresso em kjoules e kcalorias), lípidos, ácidos gordos saturados, hidratos de carbono, açúcares, proteínas e sal, por esta ordem, todos expressos por 100g ou 100ml de produto.

Caso os fabricantes optem por indicar porções ou unidades na rotulagem de um género alimentício pré-embalado, também podem expressar o valor energético e as quantidades de nutrientes por porção ou por unidade, desde que o tamanho de uma porção/unidade seja indicado, em conjunto com o número de porções ou unidades contidas na embalagem e o valor energético e as quantidades de nutrientes venham igualmente expressos por 100g (ml). Outras quantidades de nutrientes para além dos obrigatórios podem ser incluídos voluntariamente.

Tal como as restantes menções obrigatórias a constar na rotulagem de um alimento, a informação nutricional deve figurar numa língua facilmente compreensível para os consumidores do país onde o género alimentício vai ser vendido. Entre 13 de Dezembro de 2014 e 13 de Dezembro de 2016, caso seja fornecida a título voluntário, a declaração nutricional deve cumprir o disposto no regulamento. Após 13 de Dezembro de 2016, a rotulagem nutricional passa a ser mesmo obrigatória.

Para mais informação ver: Regulamento Nº 1169/2011, de 25 de Outubro, do Parlamento Europeu e do Conselho.

EFSA
EFSA
EFSA
A EFSA FAZ 10 ANOS
A EFSA FAZ 10 ANOS
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A Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar completa este ano o seu 10º aniversário.

Esta agência europeia criada pelo orçamento da União Europeia (UE) é um organismo que funciona em coordenação com a Comissão Europeia, Parlamento Europeu e estados Membros, mas mantendo a sua independência destes. O papel principal da agência é o de analisar, avaliar e comunicar todos os riscos inerentes à cadeia alimentar, que servem de base para a tomada de decisões e para a elaboração de políticas por parte dos orgãos representativos da UE.

Todos os estudos científicos e pareceres desenvolvidos pela EFSA ao longo deste 10 anos tornam-na um pilar na gestão de risco da segurança alimentar “do prado ao prato”.

Para mais informações clique aqui.

DIREITO DOS CONSUMIDORES
DIREITO DOS CONSUMIDORES
DIREITO DOS CONSUMIDORES
RECOMENDAÇÃO RELATIVA À PUBLICIDADE DIRIGIDA A MENORES E À UTILIZAÇÃO DE MENORES NA PUBLICIDADE
RECOMENDAÇÃO RELATIVA À PUBLICIDADE DIRIGIDA A MENORES E À UTILIZAÇÃO DE MENORES NA PUBLICIDADE
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No passado dia 16 de Agosto a Direcção-Geral do Consumidor emitiu uma recomendação dirigida aos agentes económicos sobre a Publicidade Dirigida a Menores e à Utilização de Menores na Publicidade, no sentido de se fazer cumprir a legislação em vigor nesta matéria, no que diz respeito aos menores enquanto consumidores vulneráveis, bem como do previsto no regime das práticas comerciais desleais.

O Código da Publicidade prevê no seu artigo 14º as restrições da publicidade especialmente dirigida a menores e publicidade que utilize menores, dada a sua especial vulnerabilidade, como consequência de um desenvolvimento físico e psicológico ainda em curso.

Para mais informações clique aqui e visite o website da DGC.